sábado, 17 de dezembro de 2011

Eco Cards


Em plena era da sustentabilidade devemos nos preocupar até em datas históricas como o Natal, por isso hoje lhes apresento um novo estilo de cartões natalinos, os “Eco Cards”. De modo como o Natal que é uma época de renovação, assim também renovamos nossos hábitos culturais. Os Eco Cards são uma nova linha de cartões natalinos confeccionados de um material que infelizmente às gráficas e as produtoras de papel saem em desvantagem, eles são criados em computação gráfica. Enviando cartões virtuais nos expressamos de uma maneira mais criativa com nossos amigos e familiares, evitando a poluição com o acúmulo de papel desperdiçado.

Veja este site que contém Eco Cards para serem enviados:



Caros internautas com esta postagem o blog encerra suas atividades deste ano,fazendo um ressesso de 18/12/11 a  03/03/12.
Um feliz Natal e um próspero Ano Novo!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Literatura Sustentável

    Sustentabilidade não consiste apenas em planos de desenvolvimento sustentável, projetos ou análises, também é composta por cultura. A literatura é uma das áreas que mais destaca a sustentabilidade hoje em dia. Vários pesquisadores e autores buscam, através da literatura conscientizar as pessoas da situação atual do planeta. Por isso, hoje venho sugerir duas obras literárias sobre sustentabilidade, elas abordam assuntos como Poluição Ambiental e O Acúmulo do Lixo, dois temas bastantes preocupantes atualmente.
    O livro "Primavera Silenciosa", de Rachel Carson, obra que definitivamente alterou o curso da história. Trata-se da preocupação de Carson com o futuro de nosso planeta.
    O texto "Lixo é Luxo", de Fernanda Mena. Aborda como tema o consumismo alucinante que provoca o desperdício de recursos naturais, resultando na poluição das cidades com o acúmulo de lixo.

Boa leitura a todos. 

sábado, 3 de dezembro de 2011

2ª Gincana Rio Forte


   Na primeira semana do mês de dezembro, dos dias 1 a 3, foi realizada no Instituto Federal Sul-riograndense campus Camaquã, a 2ª Gincana Rio Forte. Com as turmas de Controle Ambiental e Automação Industrial divididas em equipes, foram realizadas várias tarefas. A gincana foi composta por desafios que exigiram dos alunos, a aplicação de conteúdos aprendidos em sala de aula. Por exemplo, a primeira tarefa "Densidades e volumes", exigiu que os alunos construíssem um dinamômetro, instrumento visto na disciplina de física. Foi também tratado, nas tarefas um assunto, que é de interesse não apenas dos alunos, mas também de toda a comunidade camaquense, a Conscientização ambiental. A equipe que venceu a gincana, foi a equipe Delta 14, composta por alunos da turma semestral do curso de Automação Industrial.
    Tendo em vista esclarecer alguns objetivos da gincana, o repórter deste blog, Bruno Bonilha, entrevistou o Chefe do Departamento de Ensino do campus, professor Leonardo Missiaggia, e a Coordenadora do curso de Controle Ambiental, professora Ana Maria Geller. Confira logo abaixo as entrevistas.


Entrevista com o Chefe do de Departamento de Ensino, professor Leonardo Missiaggia.

 O que o Diretor de ensino, acha da interação que ocorre em os alunos usarem os conteúdos ensinados em sala de aula, em algumas tarefas das gincana?

As tarefas propostas na gincana, constituem um desafio que faz com que os alunos apliquem oque aprenderam nas disciplinas, de modo que aprendam de uma forma mais dinâmica, relacionando as tarefas da gincana com o cotidiano e estimulando o trabalho em equipe para a resolução de problemas.



É correto afirmar que os conteúdos aprendidos em sala de aula, podem ser utilizados em outras ocasiões, além de provas objetivas, como no cotidiano?

Com certeza, pois todos os conteúdos aprendidos, serão usados no ambiente de trabalho ou no cotidiano.



Todos os conteúdos que o aluno aprende no curso integrado, servem como uma preparação para o aluno, quando for prestar algum teste ou concurso. A qualidade desta preparação é equivalente ou superior ao ensino médio normal?

O curso integrado tem a característica de que todas as disciplinas de uma forma conjunta, por exemplo, oque é visto matemática, será visto na prática em outras disciplinas do curso. Isto faz com que o estudante construa o conhecimento de forma efetiva. Não há como afirmar se o aprendizado é superior, mas com certeza a educação profissional técnica, tem sua qualidade reconhecida em toda a rede de ensino.




















Entrevista com a Coordenadora do curso de Controle Ambiental, professora Ana Maria Geller.

Como surgiu a ideia de integrar um assunto como a "Conscientização ambiental" em uma gincana?

A partir de uma conversa com a secretária do meio ambiente do município de Camaquã, no inicio de maio de 2011. Ela sugeriu o trabalho com o tema Conscientização ambiental como uma necessidade de trabalho a ser desenvolvido. Com isto, pensou-se em utilizar o espaço da gincana por ser mais dinâmico e lúdico, sendo assim apropriado para este tema de educação ambiental. A gincana será utilizada como um momento de despertar para a reciclagem. O trabalho de conscientização é lento e precisará ser feito no decorrer de vários anos, até que as pessoas tenham incorporado, a suas atividades cotidianas, a separação do lixo. A separação precisa ser um hábito e não algo a ser feito por obrigação.

















    Agradeço ao professor Leonardo Missiaggia e a professora Ana Maria Geller o tempo que disponibilizaram para as entrevistas. 


sábado, 26 de novembro de 2011

Energia das marés

    Energia das marés ou mareomotrix é o modo de produção de eletricidade, mediante a utilização da energia contida no movimento das ondas de água devido às marés. Pode ser obtida de forma cinética pelas correntes ou de forma potencial, pela diferença de altura entre as marés baixa e alta. Através de uma complexa obra de engenharia hidráulica, constrói-se uma barragem, formando um reservatório junto ao mar. Quando a maré é alta a água enche o reservatório, passando com o auxílio de turbinas hidráulicas, produzindo energia elétrica. Esse tipo de força é utilizado no Brasil, Japão, França e Inglaterra.

Veja no vídeo a baixo como se obtém a energia das marés em uma explicação mais detalhada.








sábado, 19 de novembro de 2011

A síndrome do edifício doente

    Na década de 70 em meio à crise do petróleo, ocorre a elevação do preço dos combustíveis, causando uma crise energética em nível mundial. Com isso, ocorreram mudanças nos projetos de construções de edifícios, tornando-se tendência a construção de prédios cada vez mais fechados, ou seja, com pouca ventilação,  reduzindo o gasto de energia para a manutenção da circulação do ar. Mas este estilo de construção precisava de uma automatização dos sistemas de ar condicionado, pois prezavam apenas pelo controle da temperatura e da umidade do ar. Desse modo estes prédios acabam deixando de lado fatores como a qualidade do ar, que diz respeito à saúde dos ocupantes desses ambientes.
    Este tipo de construção podia ter solucionado um problema, mas passou a ser responsável por outro ainda maior. A baixa captação do ar resultou no acúmulo de poluentes biológicos e químicos no interior destes edifícios, dificultando, assim a renovação do ar. Poluentes biológicos como fungos, protozoários e ácaros, cuja proliferação era favorecida pela limpeza inadequada de carpetes, tapetes e cortinas e os poluentes químicos como o monóxido e o dióxido de carbono, amônia, dióxido de enxofre, formaldeído, entre outros eram gerados no interior destes locais a partir de materiais de construção, produtos de limpeza, cigarros, copiadoras e até o próprio metabolismo humano. Esses fatores foram a causa do que se convencionou chamar de "Síndrome do edifício doente"(Sick Building Syndrome-SBS).
    Essa síndrome relaciona-se às condições ambientais observadas no interior dos edifícios e os níveis de agressão à saúde de seus ocupantes. Em 1982 a Organização Mundial da Saúde(OMS) reconheceu a Síndrome do edifício doente, quando a contaminação do ar em um hotel na Filadélfia, que foi responsável por 182 casos de pneumonia e pela morte de 29 pessoas. De acordo com as pesquisas que vêm sendo realizadas, como a do IMETRO-qualidade do ar, podemos afirmar que um edifício está doente quando cerca de 20% de seus moradores apresentam sintomas transitórios, devido ao tempo de permanência em seu interior. Os principais sintomas apresentados são: irritação dos olhos, nariz, pele e garganta, dores de cabeça, fadiga, náuseas, entre outras.
    No Brasil, combater essa síndrome tornou-se sério quando em 1998 o então ministro das comunicações, Sérgio Motta, faleceu após ter seu quadro clínico agravado por causa de fungos alojados em dutos do sistema de climatização. Atualmente a ANVISA estuda definições de critérios para ambientes climatizados com fins especiais, como as salas de cirurgia e UTIs, onde o risco de contaminação pode ser fatal. Dentro desse contexto, a poluição intensa destes ambientes está se tornando assunto de relevância em vários países. 

sábado, 12 de novembro de 2011

Projetos parte 4




    Trata-se de um projeto de extensão vinculado ao Instituto Federal Sul-riograndense(IFSUL) campus Camaquã-RS. O projeto consiste em quatro etapas:

1ª) Escolha e aperfeiçoamento do aluno bolsista que atuará no projeto;

2ª) Visita às escolas públicas de Camaquã explicando o projeto e com a demonstração do funcionamento dos robôs para os alunos de 6- a 8- séries do ensino fundamental;

3ª) Com o auxilio de fichas de inscrição, aplicadas pelos professores de cada escola, será feita a seleção dos alunos contemplados com o curso de 20 horas totalmente gratuitos;

4ª) Formação de sete turmas de dezesseis alunos cada, totalizando cento e doze alunos beneficiados. O curso será ministrado nas dependências do IFSUL  campus Camaquã e cada turma estudará no período de duas horas e meia por dia, durante oito dias letivos dentre duas semanas seguidas. Essa quarta etapa do projeto, esta previsto que ocorra entre os dias 05/03/12 a 06/06/12.

    O projeto é coordenado pelo professor Marcelo Azevedo, com o auxílio do aluno bolsista Gustavo Fonseca e a colaboração do professor Ricardo Prediger.







       Efeitos de resíduo da indústria fumageira em minhocas da espécie  Eisenia Andrei sob condições de laboratório

    O pó de fumo é um resíduo oriundo de processos industriais, seu comportamento, no ambiente, ainda é pouco estudado quando se trata da biota do solo. À vista do exposto, o objetivo do projeto é avaliar a influência desse resíduo sólido em minhocas da espécie Eisenia Andrei, criadas em minhocário e em ambiente laboratorial. Utilizando copos plásticos de 500ml, foram realizadas misturas do pó de fumo com esterco bovino, esse ultimo usado como tratamento de controle. O experimento durou 32 dias, durante os quais foram realizadas coletas, a cada 8 dias, para avaliações.
    O projeto foi coordenado pelo professor Guilherme Karsten Schirmer, com o auxílio dos alunos do curso de Controle Ambiental Giovana M. Leites, Bárbara B. Gonçalves, Bárbara F. Flores, Thainá A. Freitas, Danrley R. Pacheco, Bianca L. Paim, Bruna F. Longaray, Bruno Bonilha, Priscila L. da Silva, Juliana Kasanowski, Raísa F. de Abreu e Caroline M. Leites.









sábado, 5 de novembro de 2011

Projetos parte 3

Braço hidráulico

    Criado pelos alunos Félix Radünz, Guilherme Mecca e Gustavo Fonseca, o projeto tem como objetivo facilitar as atividades desenvolvidas pelo homem. O braço mecânico funciona de acordo com os princípios da hidráulica. O aparelho realiza movimentos e funções, como a de levantar pequenos objetos. O projeto foi orientado pelo professor Leandro Neutzling Barbosa.







































Gerador de energia eólica horizontal

    Executado pelos alunos Dara Reinard, Eduardo Morais, Gustavo Silva, José Leonardo Barros e Iago Amaral, o gerador eólico tem como objetivo produzir energia limpa e renovável, que possa ser obtida a partir do vento, elemento da natureza que é ilimitado. O projeto foi orientado pelos professores Fernando Pieper, Leonardo Missiaggia, Marcelo Azevedo e Ricardo Prediger.






































Produção de etanol

    Criado pelos alunos Bárbara Brito, Franciele Gonçalves, Guilherme Longaray, Jessé Finkenauer e Matheus Camargo, essa produção tem como objetivo demontrar como ocorre a produção de etanol, através da fermentação alcoólica do suco de abacaxi misturado a água destilada. O projeto foi orientado pela professora Caroline Wille.